domingo, 5 de maio de 2019

Geo-grafias do Movimento Estudantil (trabalho de 2008)

É reconhecido o fenômeno que atravessa os movimentos sociais no Brasil da perda ou inexistência de memória organizada. O movimento estudantil é dos movimentos sociais que mais sofre este problema. O movimento estudantil, aliás, com altos e baixos, fluxos e refluxos, momentos de forte atuação sócio-histórica e momentos de forte crise de significados e existências, argumento que é uma escola de formação. Os movimentos sociais são escolas de formação, o movimento estudantil também o é, foi e poderá continuar sendo. Espaços de educação não-formal. Infelizmente, é tradição que o movimento estudantil não registre suas produções: não faz registro sistematizado das suas produções políticas, que dirá das possíveis produções acadêmicas e científicas. Quando fui militante do movimento estudantil, de maneira sistematizada ou não, eu, pelo menos, produzia política, movimento social e também ciência. Lembro de muit@s companheir@s que faziam o mesmo. Mas os registros? São raros. A organização em centros de memória, também é raro.

Colaborando para mudar esta realidade, publico aqui meu trabalho "Geo-grafias do Movimento Estudantil", reflexão realizada na disciplina de "Geografia dos Movimentos Sociais", em 2008, e apresentado como trabalho no Encontro Regional dos Estudantes de Geografia do Sudeste (EREGEO-SE), no mesmo ano de 2008, na UFF de Niterói.





















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